Operação ‘Falsas Promessas 3’ cumpriu mandados de busca e apreensão contra 13 investigados em cinco cidades, incluindo Salvador e São Paulo.
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A operação policial mirou uma organização criminosa suspeita de lavagem de dinheiro, originado da exploração ilegal de rifas realizadas pela internet.
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A ação, batizada de “Falsas Promessas 3”, cumpriu mandados de busca e apreensão contra 13 investigados em cinco cidades, incluindo São Paulo e Salvador.
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O delegado Fábio Lordello explicou que “o grupo operava um esquema estruturado de lavagem de capitais por meio de empresas de fachada”.
Polícia Civil da Bahia reforça operações no Carnaval. — Foto: Ascom Polícia Civil
Um camarote do Carnaval de Salvador localizado na Avenida Oceânica, na Barra, foi alvo de uma operação da Polícia Civil na quarta-feira (11). As atividades do local foram suspensas, R$ 230 milhões foram bloqueados e uma aeronave avaliada em mais de R$ 10 milhões foi apreendida durante ação contra uma organização criminosa investigada por lavagem de dinheiro.
As investigações da Polícia Civil identificaram indícios de que o camarote era utilizado para ocultação e dissimulação de recursos originados da exploração ilegal de rifas realizadas pela internet. Diante dos fatos apurados, a Justiça determinou a suspensão imediata das atividades do espaço às vésperas do Carnaval.
A operação Falsas Promessas 3 cumpre mandados de busca e apreensão contra 13 investigados nas cidades de Feira de Santana, São Bernardo do Campo (SP), São Paulo, Salvador e Camaçari.
Conforme apurado pela TV Bahia, um homem foi preso na ação.
A aeronave apreendida foi apontada pela Polícia como um produto dos crimes investigados. Ela era utilizada para facilitar a mobilidade e a ocultação patrimonial dos envolvidos.
“O grupo operava um esquema estruturado de lavagem de capitais por meio de empresas de fachada, intermediadoras de pagamento e pessoas interpostas, movimentando valores incompatíveis com atividades lícitas declaradas. As conexões financeiras do esquema seguem sob aprofundamento investigativo”, explicou o delegado Fábio Lordello.
A operação foi deflagrada pelo Departamento de Repressão e Combate ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro (Draco), com apoio da Coordenação de Operações e Recursos Especiais (Core) e do Serviço Aeropolicial (Saer).

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