O senador Rogério Carvalho (PT/SE), pré-candidato à presidência estadual do Partido dos Trabalhadores em Sergipe, demonstrou mais uma vez sua força política ao reunir mais de 40 chapas do seu agrupamento político e lançar oficialmente o início do Processo de Eleição Direta (PED) 2025 no estado. O movimento marca uma nova etapa de mobilização, organização e fortalecimento interno do PT sergipano, com foco na pluralidade, na base e na unidade partidária.
O PED é uma ferramenta essencial da democracia interna do PT. Por meio dele, filiadas e filiados escolhem suas lideranças em todos os níveis: municipal, estadual e nacional. Em Sergipe, o pontapé dado por Rogério reforça o compromisso com um projeto coletivo, democrático e enraizado nas lutas sociais que moldam a história do partido no estado.
“Aqui, nós somos o PT. Aqui, o PT é formado por várias correntes e várias lideranças dessas correntes, mas estamos juntos”, afirmou Rogério, destacando o espírito de unidade que move sua pré-candidatura.
A trajetória de Rogério Carvalho dentro do PT é marcada por conquistas políticas expressivas que reafirmam sua legitimidade como liderança. Ele lembrou nomes históricos do partido e o papel decisivo do agrupamento que hoje representa na construção de vitórias emblemáticas em Sergipe.
“Nós elegemos o prefeito Marcelo Déda — o primeiro prefeito do PT da capital — duas vezes. Elegemos Marcelo Déda como governador do Estado duas vezes. Elegemos Eduardo Dutra senador. Elegemos Déda deputado federal. Eu fui deputado federal. Márcio Macêdo, deputado federal. João Daniel, eleito e reeleito — agora no terceiro mandato como deputado federal. Eu fui eleito senador quando ninguém acreditava, quando não havia nenhuma perspectiva de que a gente pudesse ganhar uma eleição para o Senado. Me deram o lugar como se fosse ‘café com leite’ — e nós ganhamos!”, relembrou.
A defesa da democracia interna, da renovação de ideias e da construção coletiva da liderança também foram pautas centrais no discurso do senador. Com isso, Rogério destacou que sua atuação não se dá por imposição, mas por reconhecimento da base e do partido.
“Liderança não se impõe. É algo que se conquista ou que se constrói num acordo coletivo. Eu não sou líder porque quero ser líder. Eu não sou líder pela força. Se eu sou líder — ou se vier a ser — é por uma concessão do coletivo, que diz: ‘você nos lidera’. Mas não é uma concessão porque me acham bonitinho, ou por simpatia. Não! É porque há uma construção. Constrói-se um patrimônio em torno de uma pessoa que permite que ela assuma um papel de liderança. Isso é histórico! E não é pouco!”, concluiu.
|Fonte: Assessoria de Comunicação
||Fotos: Janaína Santos/Assessoria de Comunicação




