Mais do que uma solução técnica, as luvas de bioplástico de sisal representam uma inovação social que valoriza os recursos naturais da região, promove a ciência na escola pública e posiciona o semiárido baiano como protagonista na produção de tecnologias verdes e sustentáveis.
🧤 As luvas são feitas com um bioplástico produzido a partir da Agave sisalana, e apresentam características promissoras: resistem a temperaturas de até 160 °C, possuem propriedades antialérgicas e antimicrobianas, e se decompõem em apenas três semanas. Em comparação, uma luva convencional de látex pode levar até 400 anos para se degradar.
Com informações do G1 Bahia
Fonte: Manoel Alves




