A defesa do senador Jaques Wagner (PT), ex-governador da Bahia, afirma que não vai se manifestar sobre o teor da delação premiada feita pelo executivo da OAS, Adriano Santana. O delator conta que a empresa montou um esquema de pagamentos de caixa dois e propinas para o grupo político do então governador.
Na delação homologada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), o executivo afirmou que pagou R$ 1 milhão em propina a Wagner, entre 2012 e 2013, período em que o petista ocupava o Palácio de Ondina. As informações foram publicadas nesta quarta-feira (26) pelo site do jornal O Globo.
A assessoria de imprensa do senador informou o seguinte: “A defesa do Senador Jaques Wagner informa que não comentará uma informação que desconhece, sobre uma suposta delação premiada a qual sequer teve acesso”.
Adriano Santana contou em sua delação que tinha como intermediário para pagar os valores a Wagner o empresário Carlos Daltro, ex-funcionário da empreiteira.
De acordo com o executivo, o delator da OAS citou Wagner em dois anexos. Em um deles, descreve a utilização de um contrato fictício com uma empresa de Pernambuco para repassar, em 2013, a propina de R$ 1 milhão a Carlos Daltro, que seria operador de Wagner.



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