Quem lê só o título pensa logo que é um caso de violência física, um caso de masoquismo(quando a pessoa sente prazer em ser espancada, violentada). Mas não prezado leitor, o título acima é uma situação imaginária das minhas elocubrações.
Minha mãe sempre me disse que peixe morre pela boca, em analogia a comunicadores verdadeiros, que tem a coragem e o compromisso com a verdade dos fatos. Pode ser que neste texto, eu esteja morrendo não pela boca, mas por minhas palavras escritas aqui.
Vamos aos fatos, ‘Paga e bem, para apanhar todo dia’. Tem um gestor público no nosso ‘Sergipe Del Rei’ que tem uma boa e gorda parceria com um determinado ‘parceiro’. Só que este parceiro, vem de longas datas com outro relacionamento, natural e espontâneo. E por já ter essa parceria antiga, fez de tudo, lutou, inclusive tentou ridicularizar esse gestor, ou seja, demonstrando que não nutria e não nutre a menor simpatia pelo novo companheiro.
Só que o gestor, delegou a um de seus auxiliares próximos a confiança e a missão de formar as novas parcerias para a construção dos relacionamentos. Este auxiliar causou um espanto geral na comunidade ao trazer para trabalhar próximo do gestor, pessoas que lutaram e fizeram de tudo para derrotar o atual administrador.
Para algumas pessoas esse gesto pode parecer nobre, você trabalhar e conviver ‘numa boa’, com seus inimigos que, há poucos meses, fizeram de tudo para o seu insucesso. Só que a política partidária no Brasil não segue os ensinamentos de Cristo. Quem é cristão de fato está entendendo.
Só que um desses inimigos do passado, hoje parceiro (e bem contemplado), insiste, continua com as velhas práticas de tentar desqualificar o gestor. Se o administrador der um espirro, o novo parceiro vai colher amostras e enviar para exames laboratoriais com o único objetivo, encontrar possíveis vírus de alguma doença para ele ter o argumento, a justificativa de criticar, de forma ‘legal’ a quem ele rejeitou no passado, continue rejeitando no presente, mas por interesses, vive momentaneamente, essa parceria, ou como diz o título de uma música de Amado Batista, esse Casamento Forçado.
O pior de tudo, é que o gestor parece gostar desse relacionamento, pois ‘apanha’, é criticado praticamente todos os dias e não faz nada, ao contrário, continua mimando esse ‘parceiro’ que o rejeitou desse o primeiro o momento, muito antes dele chegar ao cargo.
Outro detalhe, o auxiliar que indicou esse novo ‘parceiro’, não move um dedo, não se manifesta em nada para defender o gestor.
Lembram que no início eu disse que o ‘companheiro’ do gestor tem uma boa parceria de longas datas, pois é, o mundo pode desabar, esse parceiro antigo pode fazer o que quiser, espirrar, infectar, contaminar que o ‘companheiro’ se faz de surdo, mudo e cego. Ou quando enxerga algo de errado no parceiro de velhas datas, não usa o mesmo rigor, as mesmas palavras para analisar as ações do velho amigo.
Até parece que este ‘parceiro’ do novo gestor, é adepto daquela famosa frase: “aos amigos tudo, aos ‘inimigos’, o rigor da lei”.
Como disse o bom mestre Jesus: quem tem ouvidos, ouça.
Qualquer semelhança com algum gestor e algum parceiro dele, é mera coincidência.
O Conde.




