Estão sendo cumpridos mandados em cinco estados em desfavor dos suspeitos de envolvimento com os grupos.
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Polícia Civil faz operação em cinco estados contra suspeitos de integrar grupos nas redes sociais que discutiam atentados a bomba durante o segundo turno das eleições.
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Investigados, com idades entre 19 e 31 anos, também são suspeitos de disseminar ódio contra mulheres; um deles é seminarista ligado a um mosteiro em Pernambuco.
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As investigações apontam planejamento de ataques, com análise de alvos e prédios públicos, e contam com apoio do Ciberlab, do Ministério da Justiça.
Polícia Civil do DF faz operação contra grupo que pretendia fazer ataques em Brasília durante o período eleitoral
Policiais civis fazem nesta terça-feira (4) uma operação contra suspeitos de participação em grupos nas redes sociais suspeitos de discutir atentado a bomba durante os debates eleitorais do segundo turno, nas eleições deste ano.
Os suspeitos têm entre 19 e 31 anos. Segundo as investigações, os suspeitos também são responsáveis por disseminar ódio contra mulheres.
Um dos investigados é um seminarista vinculado a um mosteiro em Pernambuco. Segundo as investigações, ele participava ativamente de discussões sobre a estruturação nacional de uma rede extremista. Agentes fizeram buscas no alojamento usado por ele.
Nesta terça, estão sendo cumpridos oito mandados de busca e apreensão em cinco estados – Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Pernambuco e Rio Grande do Sul – em desfavor dos suspeitos de envolvimento com os grupos.
Operação mira grupos suspeitos de disseminar ódio contra mulheres e extremismo nas redes — Foto: PCDF/Reprodução
De acordo com as investigações, havia discussão de invasão de edificações, seleção de alvos, formação tática, recrutamento interestadual, análise de mapas e compartilhamento de plantas arquitetônicas e modelos tridimensionais de prédios situados na região central da capital, como o Palácio do Planalto.
A investigação está sob a responsabilidade da Polícia Civil do Distrito Federal e conta com o apoio do Laboratório de Operações Cibernéticas (Ciberlab), ligado ao Ministério da Justiça.


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