O movimento no governo Jair Bolsonaro para colocar o democrata Rodrigo Maia, presidente da Câmara dos Deputados, como um interlocutor do Palácio do Planalto no Congresso Nacional causou reação entre partidos do Centrão e até da oposição. Os dois grupos ajudaram a reeleger Maia para o comando do Legislativo.
“Maia foi eleito presidente de todos os deputados, não presidente da Câmara a serviço do da República”, diz André Figueiredo, líder do PDT, conforme publicação da coluna Painel, do jornal Folha de S. Paulo nesta sexta-feira (22).
Em outros partidos, o temor é que o Democratas, comandado nacionalmente pelo prefeito de Salvador, ACM Neto, use o prestígio conquistado junto ao governo federal para atrair parlamentares das fileiras de agremiações menores. No entanto, Neto diz, segundo o diário paulista, que temor é infundado: “Não temos nenhum fetiche em exercer essa função, queremos é ajudar o Brasil. Afirmo: não indico nem porteiro no governo”.


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