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A reunião técnica tratou sobre a adoção do Programa Justiça 4.0 no Judiciário baiano. 06 de dezembro de 2023 | 09:54
Comitiva do CNJ se reúne com o TJ-BA para monitorar a implantação do PDPJ-Br e a adoção da Justiça 4.0
O Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), presidido pelo desembargador Nilson Soares Castelo Branco, se reuniu, nesta terça-feira (05), com a comitiva do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A reunião técnica tratou sobre a adoção do Programa Justiça 4.0 no Judiciário baiano.
Na ocasião, foram discutidas medidas adotadas para a integração plena da Plataforma Digital do Poder Judiciário (PDPJ-Br), enfatizando a importância da qualidade dos dados transmitidos ao Codex, uma base de dados que visa armazenar todos os processos, e a implementação das soluções desenvolvidas no âmbito do Programa Justiça 4.0.
A ação integra o ciclo de visitas institucionais do CNJ aos tribunais brasileiros, programadas para o período de outubro de 2023 a julho de 2024, a fim de assegurar a execução dessas iniciativas.
A exposição no TJ-BA foi conduzida pelo juiz auxiliar da Presidência do CNJ e coordenador do Programa Justiça 4.0, juiz Dorotheo Barbosa, ao lado do presidente do TJ-BA, desembargador Nilson Soares Castelo Branco, do juiz auxiliar da Presidência do CNJ, Adriano Araujo; e do diretor do Departamento de Tecnologia da Informação e Comunicação do CNJ, Thiago Vieira. A reunião com o Judiciário baiano aconteceu em paralelo às reuniões setoriais do 17º Encontro Nacional do Poder Judiciário, sediado em Salvador, nos dias 04 e 05 de dezembro.
Durante a reunião, o juiz auxiliar do CNJ Dorotheo Barbosa falou sobre o PDPJ e as pontes criadas pela plataforma entre todos sistemas judiciais; pontuou as fases de implantação, os benefícios e os meios para alcançar as metas. Na oportunidade, fez o monitoramento das ações implementadas no TJBA, assim como das estratégias de comunicação e capacitação.
O juiz Dorotheo Barbosa destacou que o Tribunal de Justiça da Bahia alcançou todas as metas estabelecidas. “Presidente, o senhor cumpriu todas as metas, o senhor está de parabéns. Muito obrigado”, disse para o desembargador Nilson Castelo Branco, ao final da discussão.
O presidente do TJBA agradeceu a disposição do CNJ de promover um diálogo com o Judiciário baiano e afirmou que tem a certeza de que a gestão da desembargadora Cynthia Maria Pina Resende (recém-eleita para a Presidência do TJBA no biênio 2024/2026) vai dar continuidade e avançar ainda mais com o Justiça 4.0 e nas ações de modernização na área de tecnologia da informação. “Só tenho a agradecer os senhores e saio muito satisfeito com essa disposição de colaborar”, afirmou.
A desembargadora Cynthia também destacou a sua satisfação com o encontro e declarou que na gestão “vai focar, principalmente, nessas metas que o CNJ está traçando e nas demais desenvolvidas pelo TJBA em projetos de Inteligência Artificial”. “Agradeço e estou entusiasmada, vamos caminhar juntos e vamos precisar desse apoio”, disse.
O Programa Justiça 4.0, uma parceria entre o CNJ, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e o Conselho da Justiça Federal (CJF), desenvolve soluções tecnológicas disruptivas para acelerar a transformação digital do Poder Judiciário brasileiro, com o apoio do TSE, CSJT e STJ. Essa iniciativa promove uma integração eficiente entre o sistema judiciário brasileiro e a sociedade, assegurando serviços ágeis e aprimorando a eficiência das atividades dos colaboradores do Poder Judiciário, fundamentada em avançadas tecnologias e inteligência artificial, com a colaboração ativa da sociedade como seu principal alicerce.
Instituída pela Resolução CNJ nº 335 de 2020, a PDPJ busca incentivar o desenvolvimento colaborativo entre os tribunais, consolidando pragmaticamente a política para a gestão e expansão do Processo Judicial Eletrônico (PJe). A plataforma permite a convivência de diversos sistemas existentes, proporcionando aos usuários a possibilidade de obter qualquer informação processual em um sistema nacional único. Todos os 90 tribunais brasileiros devem continuar alimentando de forma ágil a plataforma Codex, que atua como um extrator de dados.
Fonte: Site Política Livre


