Homem ligado a uma organização criminosa de São Paulo também é suspeito de alugar armas para ataques a bancos e carros-forte. Ele usava documento falso e tinha esconderijos em três estados.
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Leandro Silva dos Santos foi preso nesta segunda-feira (21) em Jandaíra. Ele é suspeito de vender fuzis para grupos criminosos do Nordeste.
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O suspeito é apontado como integrante do PCC e do BDM. A prisão com documento falso ocorreu durante a Operação Divisa Segura.
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Investigações apontam que ele coordenava o envio de armas e cocaína para outros estados. Ele também alugava armas de grosso calibre para ataques.
Homem apontado como responsável por vender e distribuir fuzis para grupos criminosos do Nordeste é preso na Bahia — Foto: SSP-BA
Um homem apontado como responsável pela comercialização e distribuição de fuzis para grupos criminosos do Nordeste foi preso na manhã desta segunda-feira (21), em Jandaíra, no nordeste da Bahia, na divisa com Sergipe.
A TV Bahia apurou que o homem preso é Leandro Silva dos Santos, conhecido como “Maluquete”, apontado como integrante das facções Primeiro Comando da Capital (PCC) e Bonde do Maluco (BDM). Ainda conforme a apuração, ele usava o nome falso de Pedro.
Segundo a Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), o suspeito estava escondido em um imóvel e usava um documento falso. A prisão aconteceu durante a Operação Divisa Segura, realizada por equipes da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO) Bahia e das polícias Militar e Civil.
Com o suspeito, foram encontradas porções de cocaína.
As investigações apontaram que o suspeito coordenava a logística para o envio de armas, munições e cocaína para outros estados. Ele também seria responsável por alugar armas de grosso calibre para grupos envolvidos em ataques a bancos e carros-forte.
Para tentar escapar das forças de segurança, o homem mantinha esconderijos na Bahia, em São Paulo e em Sergipe.
A ação tem obejtivo de combater a atuação de grupos criminosos nas regiões de fronteira entre os estados. Após a prisão, os policiais continuaram as buscas em locais que seriam utilizados pelo grupo.
Participam das ações equipes do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), do Batalhão de Polícia de Choque e do Batalhão de Patrulhamento Tático Móvel (BPATAMO).

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