Procuradora-geral da República defende revisão do protocolo de segurança de barragens. ‘Há, em Minas Gerais, 700 barragens, todas elas avaliadas já em algum grau de risco’, disse. A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, afirmou nesta segunda-feira (28) em São Paulo que o Ministério Público Federal formou uma força-tarefa em Minas Gerais para investigar os danos ambientais e as responsabilidades penal, cível e administrativa do rompimento da barragem de Brumadinho.
Segundo a procuradora, “executivos da empresa responsável pela barragem”, a mineradora Vale, podem ser responsabilizados. Até a última atualização desta reportagem, havia a confirmação de 60 mortos, sendo que 19 foram identificados. Há 305 desaparecidos, e 192 pessoas foram resgatadas vivas.
“Em primeiro lugar, devemos tratar da responsabilidade do tocante à indenização das famílias. As famílias estão muito preocupadas com os entes queridos. É preciso localizá-los, dar certeza sobre o paradeiro de cada um, mas é preciso também que elas tenham algum tipo de socorro. Muitos perderam o modo de trabalho, o modo de financiamento de suas vidas”, declarou.
“Também é preciso ter uma responsabilidade séria do ponto de vista indenizatório da empresa que deu causa a este desastre e também promover a persecução penal de pessoas e indivíduos, que precisam ser responsabilizados por esta falha”.
Segundo Raquel Dodge, “executivos da empresa também podem ser penalizados” pelo ocorrido.



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