O ex-presidente da OAS, Léo Pinheiro, assinou acordo de delação premiada com a Procuradoria-Geral da República (PGR). Na colaboração, ele relata pagamentos de propina e caixa dois a nomes como o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ex-prefeito do Rio, Eduardo Paes (DEM).
A delação atinge pelo menos 14 políticos de partidos como PSDB, MDB, PP, PT e DEM. Além disso, traz também relatos sobre operações feitas com instituições financeiras para lavagem de dinheiro.
A delação foi assinada no início deste ano pela procuradora-geral da República Raquel Dodge. Logo em seguida, deve ser enviada ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, para homologação. A decisão sobre isso só poderá ser tomada pelo ministro em fevereiro, quando a Corte volta do recesso forense.
A PGR não aceitou o pedido da família Mata Pires, que controla a OAS, para inclusão deles no acordo. Um dos donos da empreiteira, o empresário baiano César Mata Pires Filho, chegou a ser preso no fim do ano pela Lava-Jato e foi solto após pagar fiança de R$ 29 milhões.



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