Janja sugeriu ainda que algumas pessoas que participavam da live queriam “semear o ódio e a discórdia”. Ela citou ainda a necessidade de cultivar o sentimento de união entre os brasileiros.
“Eu só vou dar um toque para o pessoal que está falando da enfermagem, da enfermagem. Eu acho que, se tem um governo que respeita o SUS e respeita todos os profissionais do SUS, médicos, enfermeiros, atendentes de enfermagem, todo mundo que trabalha na área da saúde, é o presidente Lula é esse governo. Não caio nesse”, disse Janja.
“A gente sabe que tem muito pessoal aí querendo semear o ódio e a discórdia, mas, se a gente tem o governo que respeita realmente os profissionais do SUS e todos os profissionais da área da saúde é esse governo”, acrescentou.
Na reta final da live, Janja mudou o tom e afirmou que o piso da enfermagem “vai acontecer”, mas não deu mais detalhes sobre prazos para a distribuição do benefício.
“Como o presidente Lula diz, é isso mesmo, estão aqui, estão acompanhando, estão cobrando. Cadê o piso? É isso aí. Vai acontecer, muita calma nessa hora gente. Tem um país enorme para reconstruir”, afirmou.
No dia 14 deste mês, o Ministério da Saúde disse que estudava uma maneira de implementar o piso nacional da enfermagem no contracheque dos profissionais. A medida passaria a valer a partir de agosto. A agência oficial de notícias do governo informou que foi feito um processo de levantamento dos dados de profissionais e os valores que serão repassados a cada um estado. Neste ano, o piso será pago em nove parcelas.
O piso salarial da enfermagem foi uma das promessas de campanha eleitoral de Lula no pleito do ano passado. Em maio, o presidente sancionou a abertura de um crédito especial de R$ 7,3 bilhões para a categoria. Para ter vigor, a medida precisou ser aprovada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), tendo a liberação do ministro Luís Roberto Barroso três dias depois.